Relatório KPMG: Saúde 2030. Paciente como consumidor?

Conforme as tendências demográficas e econômicas ganham força, um sistema de saúde centrado no paciente está se tornando cada vez mais essencial.


Indiscutivelmente, a saúde possui diversas peculiaridades que a tornam difícil de comparar com outros setores. A tomada de decisão e a escolha por serviços e incentivos entre os atores, seguem uma lógica diferente de outros mercados, o

que dificulta enxergarmos o paciente como consumidor, ainda mais em um país que tem a universalidade na saúde em sua Constituição.


Por outro lado, o paciente, nos dias atuais, não difere serviço de saúde de outros tipos de serviço e exige comodidade, conveniência e atendimento que reflitam suas preferências e condições. Trata-se de um movimento quase incontrolável e que transcende as gerações atuais. Nos próximos 10 anos, impulsionado por diversos fatores, sendo um deles as grandes mudanças demográficas, o setor de serviços de saúde irá enfrentar profundas transformações que impactarão de maneira dramática quais serviços serão necessários e como eles serão realizados.


O movimento longamente discutido dos chamados Baby Boomers para as fileiras dos aposentados continuará a ocorrer, ao mesmo tempo em que a geração Millennials e outros grupos demográficos de pacientes mais jovens exercerão cada vez mais influência sobre os modelos de realização de serviços de saúde.


De modo concomitante com essas mudanças populacionais, existem fatores que também terão um impacto significativo. Há uma tendência crescente no sentido de buscar tratamento médico fora dos hospitais, em locais de atendimento de menor custo e de maior conveniência.


O conceito de “valor” está sendo definido e avaliado pelos pacientes neste momento. E há diversos disruptores tecnológicos prontos para entrar na arena dos serviços de saúde, em áreas com impacto significativo de consumo — desde a distribuição de medicamentos até a diminuição do custo dos planos de saúde, bem como o atendimento por meio de plataformas centralizadas e mais transparentes para a tomada de decisão.


A fim de enfrentar esses desafios demográficos e de mercado, o que devem fazer as organizações de serviços de saúde da atualidade?


E se o sistema de saúde — há muito tempo sujeito a críticas devido à precificação inflacionada, aos resultados abaixo do ótimo e aos desafios do atendimento ao cliente — fizesse a transição para um modelo de realização de serviços verdadeiramente centrado no paciente? Você poderia até perguntar se vale a pena imaginar tal cenário. A KPMG acredita que um setor de serviços de saúde centrado no consumidor não somente é possível, mas obrigatório. Veja o relatório abaixo, em que a KPMG lança alguma luz sobre como chegar lá.


Veja aqui o relatório






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