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COLLABORATE WITH OUR CAUSES

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Colabore is a signatory to the UN global pact and all the causes we work on are aligned with the sustainable development goals. know morehere.

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Alguns exemplos de como ampliamos o acesso a tratamentos.

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Ampliamos o acesso a um tratamento para pacientes com leucemia mieloide aguda (LMA) no SUS

O desafio

A recomendação inicial da Conitec foi não incorporar ao SUS uma das principais opções de tratamento para pacientes com leucemia mieloide aguda (LMA) inelegíveis à quimioterapia intensiva.

A principal dúvida estava relacionada a um aspecto técnico-científico do medicamento, o que poderia deixar muitos idosos e pessoas com comorbidades sem uma alternativa terapêutica.

Como articulamos essa mudança

Diante desse cenário, reunimos diferentes atores em torno de um mesmo objetivo.

Mobilizamos médicos para enviar contribuições técnicas e qualificadas, engajamos uma importante influenciadora da área de oncologia para ampliar o alcance da campanha e desenvolvemos uma comunicação simples e acessível, adaptada para diferentes públicos.

Nosso foco foi garantir que as evidências científicas e a experiência clínica chegassem ao processo de decisão de forma clara e consistente.

O impacto

Foram enviadas 580 contribuições qualificadas de médicos e profissionais de saúde, respondendo diretamente ao principal ponto técnico que sustentava a recomendação inicial.

O parecer foi revertido e o tratamento passou a ser disponibilizado no SUS para pacientes com LMA inelegíveis à quimioterapia intensiva.

Ampliamos o acesso ao tratamento para pessoas com mielofibrose pelos planos de saúde

O desafio

Os planos de saúde ofereciam apenas uma opção de tratamento para pessoas com mielofibrose, deixando muitos pacientes sem alternativas terapêuticas adequadas.

Na avaliação preliminar, a ANS recomendou não incorporar uma nova opção de tratamento que poderia mudar essa realidade.

Como articulamos essa mudança

Construímos uma estratégia de advocacy envolvendo diferentes atores.

Criamos uma comunidade de pacientes, traduzimos um tema técnico para uma linguagem simples e acessível, mobilizamos a sociedade para participar da consulta pública, articulamos o diálogo com a ANS e a COSAÚDE, engajamos parlamentares e preparamos pacientes para participarem da audiência pública de forma qualificada.

Nosso objetivo foi garantir que a experiência de quem convive com a doença e as evidências científicas fossem consideradas durante o processo de decisão.

O impacto

Nossa atuação ampliou significativamente o debate sobre a mielofibrose no Brasil.

  • 3.348 contribuições foram enviadas à consulta pública da ANS.

  • O tema ganhou espaço na agenda de parlamentares, que passaram a promover debates e eventos sobre a doença no Congresso Nacional.

  • A discussão também foi fortalecida em importantes eventos científicos e de oncologia, ampliando o engajamento da comunidade médica.

 

Ao final do processo, a ANS reviu seu parecer e passou a garantir a cobertura do tratamento pelos planos de saúde, ampliando o acesso para pessoas com mielofibrose.

Alguns exemplos de como atualizamos políticas públicas.

Atualização do PCDT de asma

O desafio

O Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da asma estava sem atualização havia sete anos. Nesse período, novos tratamentos e evidências científicas surgiram, mas continuavam fora do documento que orienta o cuidado dos pacientes no SUS.

Diante desse cenário, a ABRA – Associação Brasileira de Asmáticos – procurou a Colabore para ajudar a mudar essa realidade.

Como articulamos essa mudança

Construímos uma estratégia para colocar a atualização do PCDT na agenda do poder público.

Traduzimos um tema técnico para uma linguagem simples e acessível, lançamos uma campanha nacional mostrando por que um protocolo desatualizado impactava diretamente a vida dos pacientes, mobilizamos a sociedade por meio de um manifesto com 68.445 assinaturas e levamos essa demanda ao Ministério da Saúde em reuniões institucionais.

O impacto

A campanha fortaleceu o debate sobre a necessidade de atualização do protocolo e mobilizou milhares de pessoas em torno da causa.

Após um ano de articulação, o Ministério da Saúde atualizou o PCDT da asma, incorporando novas recomendações e modernizando a política pública que orienta o cuidado de milhares de pacientes no SUS.

Fortalecemos políticas públicas para doenças cardiovasculares

O desafio

As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no Brasil. Apesar do impacto na saúde da população, a prevenção e o cuidado cardiovascular ainda precisavam ganhar mais espaço nas políticas públicas e na agenda dos tomadores de decisão.

Como articulamos essa mudança

A Colabore liderou uma estratégia nacional para fortalecer a pauta cardiovascular no Brasil.

Criamos o Grupo de Advocacy em Cardiovascular (GAC), reunindo 11 organizações da sociedade civil em torno de uma agenda comum. Articulamos pacientes, sociedades médicas, especialistas, parlamentares e gestores públicos para ampliar o debate sobre prevenção, diagnóstico e tratamento das doenças cardiovasculares.

Além disso:

  • Levamos a pauta para o Plano Plurianual (PPA) do Governo Federal.

  • Mobilizamos mais de 350 lideranças e coletamos 500 assinaturas durante a Conferência Nacional de Saúde.

  • Promovemos campanhas nacionais de conscientização, como o Fale de Coração, iluminando monumentos e ampliando o debate sobre a prevenção cardiovascular.

  • Mantivemos diálogo permanente com o Ministério da Saúde, parlamentares e demais tomadores de decisão para fortalecer a agenda cardiovascular no país.

O impacto

Essa articulação contribuiu para importantes avanços nas políticas públicas voltadas às doenças cardiovasculares, entre eles:

  • Criação da Câmara Técnica Assessora em Atenção Cardiovascular no Ministério da Saúde.

  • Ampliação do financiamento e da oferta de serviços especializados para doenças cardiovasculares.

  • Inclusão da Estratificação do Risco Cardiovascular na tabela oficial de procedimentos do SUS.

  • Aprovação da lei que instituiu o Maio Vermelho no Estado de São Paulo.

  • Apresentação da proposta da Política Nacional de Prevenção e Controle das Doenças Cardiovasculares.

  • Atualização do PCDT de Insuficiência Cardíaca, modernizando as diretrizes de cuidado no SUS.

Alguns exemplos de como construímos agendas estratégicas.

Implementação do Teste do Pezinho Ampliado 

O desafio

Apesar da ampliação prevista em lei, o teste do pezinho completo ainda não é uma realidade para todos os bebês brasileiros.

 

A implementação acontece de forma desigual entre os estados, fazendo com que milhares de crianças ainda não tenham acesso ao diagnóstico precoce de doenças que podem mudar completamente suas vidas.

Como estamos articulando essa mudança

A Colabore coordena uma agenda permanente para ampliar o acesso ao teste do pezinho completo no Brasil.

Articulamos associações de pacientes, especialistas, profissionais de saúde, parlamentares, gestores públicos e organizações da sociedade civil para manter o tema entre as prioridades da saúde pública.

Ao mesmo tempo, desenvolvemos campanhas de conscientização, fortalecemos o diálogo com os tomadores de decisão e mobilizamos a sociedade para mostrar a importância do diagnóstico precoce para milhares de famílias.

O impacto

Essa articulação tem ampliado a visibilidade do tema e fortalecido o debate sobre a implementação do teste do pezinho completo no Brasil.

A agenda segue em andamento, reunindo diferentes atores em torno de um objetivo comum: garantir que todos os bebês tenham acesso ao diagnóstico precoce, independentemente do estado onde nascerem.

Construindo uma agenda estratégica para eliminar a hepatite B como problema de saúde pública

O desafio

Apesar de existir vacina, diagnóstico e tratamento, milhares de pessoas convivem com a hepatite B sem saber que têm a doença. O diagnóstico ainda acontece tardiamente e o tema continua pouco conhecido pela população, o que dificulta a prevenção e o acesso ao cuidado.

Para mudar esse cenário, é preciso manter a hepatite B como prioridade nas políticas públicas e ampliar a conscientização da sociedade.

Como estamos articulando essa mudança

A Colabore coordena uma agenda permanente para fortalecer a resposta à hepatite B no Brasil.

Articulamos associações de pacientes, especialistas, sociedades médicas, gestores públicos, parlamentares e organizações da sociedade civil para ampliar o debate sobre prevenção, diagnóstico precoce e acesso ao tratamento.

Também desenvolvemos campanhas de conscientização, ações de advocacy e iniciativas de mobilização social para levar o tema aos espaços onde as decisões são construídas.

O impacto

A agenda vem ampliando a visibilidade da hepatite B entre a sociedade e os tomadores de decisão, fortalecendo o diálogo sobre a necessidade de ampliar o diagnóstico, acelerar o acesso ao tratamento e avançar nas políticas públicas voltadas à eliminação da doença.

O trabalho continua em andamento, articulando diferentes setores em torno de um objetivo comum: reduzir o impacto da hepatite B e aproximar o Brasil das metas de eliminação da doença.

Alguns exemplos de como fortalecemos a participação social.

Caravanas da Colaboração

O desafio

Embora a participação social seja um direito, muitas pessoas ainda não sabem que podem contribuir para decisões que impactam diretamente a saúde da população. Outras até conhecem os canais de participação, mas não sabem como utilizá-los.

Sem informação e orientação, milhares de cidadãos deixam de participar de decisões importantes.

Como estamos articulando essa mudança

Criamos as Caravanas da Colaboração, uma iniciativa que percorre diferentes regiões do Brasil para aproximar a sociedade dos processos de decisão em saúde.

Com uma equipe de promotores capacitados, levamos informação de forma simples e acessível, ensinando, na prática, como funcionam consultas públicas, audiências e outros mecanismos de participação social.

Mais do que informar, mostramos que qualquer cidadão pode participar e ajudamos as pessoas a entender como transformar sua experiência em uma contribuição qualificada.

O impacto

As Caravanas da Colabore já levaram informação e orientação para mais de 50.000 de pessoas em diferentes regiões do país, ampliando o conhecimento sobre participação social e fortalecendo o engajamento da sociedade em decisões que impactam a saúde.

Desde a fundação da Colabore, a PARTICIPAÇÃO da sociedade nas consultas públicas da Conitec e ANS cresceu de forma muito expressiva.

Ao aproximar a população dos espaços onde as decisões são construídas, contribuímos para uma participação social mais representativa, qualificada e democrática.

Fortalecemos lideranças para participar das decisões em saúde

O desafio

Participar de uma consulta pública, audiência ou reunião institucional exige conhecimento, preparo e segurança.

 

No entanto, muitos pacientes, profissionais de saúde e representantes de associações querem contribuir, mas não sabem como transformar sua experiência em uma participação qualificada.

Como estamos articulando essa mudança

A Colabore fortalece pacientes, médicos, lideranças e associações para que participem dos processos de decisão com mais segurança e conhecimento.

Por meio de treinamentos, workshops, mentorias e preparação para consultas públicas, audiências e reuniões institucionais, mostramos como funcionam esses processos e como construir contribuições consistentes, baseadas em evidências e na experiência de quem vive a realidade da saúde.

O impacto

Ao longo dos últimos anos, fortalecemos a atuação de diferentes lideranças da saúde, ampliando a participação qualificada de pacientes, profissionais e organizações em consultas públicas, audiências e outros espaços de decisão.

Mais do que incentivar a participação, ajudamos a formar pessoas preparadas para contribuir de forma estratégica e representativa para decisões que impactam milhões de brasileiros.

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