Ministério da Saúde Aprova novos PCDTs de Artrite Reumatoide, Artrite Idiopática Juvenil, Artrite Psoriásica e Sobrecarga de Ferro
- Mayara Figueiredo Viana
- há 2 dias
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O Ministério da Saúde e a Secretaria de Atenção Especializada à Saúde publicaram as portarias que:
Aprova o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Artrite Reumatoide.
O Protocolo contém o conceito geral de artrite reumatoide, critérios de diagnóstico, critérios de inclusão e de exclusão, tratamento e mecanismos de regulação, controle e avaliação.
Aprova o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Artrite Idiopática Juvenil.
O Protocolo contém o conceito geral da Artrite Idiopática Juvenil, critérios de diagnóstico, critérios de inclusão e de exclusão, tratamento e mecanismos de regulação, controle e avaliação.
Aprova o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Artrite Psoriásica.
O Protocolo contém o conceito geral da Artrite Psoriásica, critérios de diagnóstico, critérios de inclusão e de exclusão, tratamento e mecanismos de regulação, controle e avaliação.
Aprova o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas de Sobrecarga de Ferro.
O Protocolo contém o conceito geral da Sobrecarga de Ferro, critérios de diagnóstico, critérios de inclusão e de exclusão, tratamento e mecanismos de regulação, controle e avaliação.
A aprovação e atualização dos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDTs) representam um avanço fundamental para a saúde pública brasileira, pois estabelecem critérios claros, baseados em evidências científicas, para o diagnóstico, o tratamento e o acompanhamento de pessoas que vivem com doenças crônicas e complexas no SUS.
Na prática, esses protocolos contribuem para a padronização do cuidado em todo o país, ajudam a reduzir desigualdades no acesso à saúde, orientam a atuação dos profissionais e promovem mais segurança, previsibilidade e integralidade no tratamento oferecido pelo SUS.
Para pacientes e famílias, isso significa maior chance de diagnóstico precoce, tratamentos mais adequados e melhoria da qualidade de vida; para o sistema de saúde, representa mais eficiência, racionalidade no uso dos recursos públicos e fortalecimento do cuidado contínuo.








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