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Em ano de Copa, como a gente escolhe jogar no Health Advocacy?

  • Foto do escritor: Mayara Figueiredo Viana
    Mayara Figueiredo Viana
  • há 3 dias
  • 2 min de leitura



Quando chega um ano de Copa, o Brasil inteiro entende uma coisa sem precisar explicar muito: há momentos em que dá vontade de segurar o jogo, ficar quieto, evitar risco. E há momentos em que a gente precisa entrar em campo, ocupar espaço e construir jogadas, mesmo com o cenário difícil.



Em 2026, muita gente está mais contida. Ano de eleição costuma trazer cautela, incerteza e decisões mais lentas. O mercado inteiro fica com o pé no freio. E, com tudo o que temos vivido no cenário político e social, esse sentimento é real. Só que, para quem trabalha com Health Advocacy, existe um ponto que não dá para ignorar: quando a gente para de falar sobre saúde, outras prioridades ocupam o lugar.



Health Advocacy é, acima de tudo, sobre pessoas. Sobre quem espera um diagnóstico, enfrenta barreiras no caminho, vive a urgência do cuidado contínuo e lida com a desinformação no dia a dia. Para essas pessoas, o tempo não “entra em pausa” porque o cenário está mais prudente. Por isso, saúde não pode ficar em espera e as pautas que importam não podem esfriar.



Este é um ano que pede presença, consistência e intenção. Não necessariamente grandes movimentos, mas movimentos certos. É tempo de organizar mensagens, fortalecer alianças, qualificar argumentos, apoiar comunidades e manter as conversas vivas com quem constrói o ecossistema de saúde. É também o momento de deixar os temas prontos para quando as novas agendas se abrirem, com novas gestões e novos espaços de decisão. Quem se mantém em campo agora chega mais preparado depois.



A Copa ajuda a ilustrar isso de um jeito simples. Tem time que entra para administrar o empate. E tem time que entende que, mesmo em jogo duro, é preciso criar chances, trabalhar a bola e buscar o gol. No advocacy, “buscar o gol” é manter a pauta em circulação, ganhar clareza, ganhar aliados, dar visibilidade ao que precisa avançar e transformar intenção em caminho.



Na Colabore com o Futuro, a gente escolheu jogar para a frente em 2026, com estratégia e cuidado, sem perder o senso de realidade, mas sem deixar a saúde sair do centro.



E você, como vai jogar este ano? O que você quer ver avançar na saúde, mesmo em um cenário mais restrito?



Se você também acredita que este é um ano de preparar conquistas e manter o ecossistema aquecido, vem conversar com a gente. A gente pode construir um plano de Health Advocacy juntos, do tamanho certo, com cadência, foco e propósito.












Por Soraya Araújo

Sócia da Colabore com o Futuro e especialista em Health Advocacy

 
 
 

2 comentários


Mariana Ana
Mariana Ana
há 2 dias

A qualidade de vida dos nossos pacientes e a nossa tem pressa mais.o tempo exige cautela mais também persistência

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Mariana Ana
Mariana Ana
há 2 dias

Escolhemos como associação continuar seguindo em frente;utilizando se da estratégia do diálogo,do respeito aos espaços que em tempos mais oportuno do que neste cenário pessoa nos dá o passo para o gol..

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